Video · 1997

LAST TESTIMONY OF OPERATION SAUCER COMMANDER UYRANGÊ HOLLANDA -BRAZILIAN AIR FORCE UFO INVESTIGATION

UAP BRAZIL · 1997 · 93 min · Watch the original

Recorded in Portuguese in 1997, months before Hollanda's death. The searchable transcript is a local Whisper transcription in Portuguese (two hallucinated repetition loops were removed, and some names are misheard). The English moments are summary translations of key passages by the archive's editor, not his exact words; check the original audio at each timestamp.

Key moments

  1. 4:00 Uyrangê Hollanda: The events began around August–September 1977. He says he was under orders from his command not to discuss them until he retired in May 1992.
  2. 7:30 Uyrangê Hollanda: Lights circled fishing boats and appeared over houses; frightened residents stopped going to sea, and the mayor asked the regional Air Command for help.
  3. 9:30 Uyrangê Hollanda: His commander handed him the case file (“you own this case now”); the operation was named “Prato” (plate), a play on “prato voador”, flying saucer.
  4. 29:00 Uyrangê Hollanda: At Baía do Sol, with SNI intelligence colleagues present: an object about 30 m across, dark, with a yellow light in the middle, hovering about 200 m above them.
  5. 30:30 Uyrangê Hollanda: The object brightened and dimmed five times, gradually “like a dimmer”: “you could pick a needle up off the ground; it became as bright as day.”
  6. 37:30 Uyrangê Hollanda: The story of Luiz, a clay-boat worker: a craft opened beneath, a tube of light came down, and a figure examined his hammock and boat with a red light. A secondhand account that Hollanda's team investigated.
  7. 51:00 Uyrangê Hollanda: Luiz was evaluated by the psychiatrist at the Air Force hospital, who found his account plausible and his reactions normal.
  8. 1:04:00 Uyrangê Hollanda: A bright light switched off, revealing the core: a craft shaped like an American football with many small windows, which he estimated at about 100 m long (“two Boeing 737s”).
  9. 1:12:30 Uyrangê Hollanda: The craft stood vertically in front of the boat, about 100 m tall, then rose and shot away with red and green lights. He interprets this as “an intelligence… a merciful intelligence”.
  10. 1:17:30 Uyrangê Hollanda: Developed film showed what the team had not seen: an open door at the top of the craft and a beam of light directed at their boat. It was screened frame by frame for officers at the regional Air Command.
  11. 1:20:00 Uyrangê Hollanda: The films were taken away and he says he never saw them again. The intensive phase lasted about four months, then continued episodically.
  12. 1:23:00 Uyrangê Hollanda: About 400–500 photographs: various craft shapes, including a “mother ship” with smaller craft leaving and returning. The report went to the Air Force General Staff, with part kept in Belém, and remains inaccessible.
  13. 1:28:00 Uyrangê Hollanda: “Who are they? Where do they come from? What do they want? No government can answer that.” He says the U.S. government is the most advanced and does not speak.

Transcript

From machine transcription (Whisper); names and terms may be misspelled. Check the original video before quoting.

0:00 Legenda por Sônia Ruberti

10:26 Céu Azul Quer dizer, tem que ser uma operação em que não houvesse interferência na quantidade de inimigos contra os inimigos. Céu Azul, quer dizer, céu sem inimigos. A operação visava esclarecer sobre a existência de discos voadores daquela região que eram realmente isso. E... ela teve que ter o nome. Não podia ser a operação do disco voador então nós usamos um nome parecido o nome de um primo no coração prato. Porque engraçado o único país do mundo que chama disco voador e disco voador é o Brasil. Em Portugal é prato voador. Na Espanha na língua hispânica nos países de língua hispânica é "Pratilho voador". Em espanhol "Pratilho voador" em português no português brasileiro no dialeto brasileiro

11:26 é que nós chamamos disco voador. "Pratilho voador" O próprio americano é e nós somos diferentes. Chamamos disco voador que eu acho que é mais apropriado. Então, foi utilizado a outra chamada operação de operação prática. Começou dessa natureza. "Providência da Força Aérea". "Providência da Força Aérea" ela olhar observar e ver porque nem a Força Aérea americana que é a mais donçada do planeta consegue fazer nada. Ninguém consegue fazer nada. O amigo Raquel relatou Carlos aqui que qualquer medida nossa é ineficiente. Somos inteiramente sujeitos a tecnologia deles. Felizmente não fazem nada demais. A partir de que momento, a partir de que experiências ou experiências o senhor se convenceu

12:27 que estávamos alguém de antes com o pessoal contigo do estúdio externo da lei? Veja, a operação prática ela foi uma uma felicidade de estar no comando do primeiro colar naquela época naquela região um profissional general do Estado que acreditava nisso tivesse com certeza outro oficial outro brigadeiro no lugar dele talvez a operação tivesse saído. A verdade é que dentro da Força Aérea temos muitos companheiros que não acreditam nisso. Muitos já viram muitos acreditam muitos dão todo o crédito esses avistamentos claro que analisados as noites não dão menor valor e nessa oportunidade estava no comando um brigadeiro que é bastante interessante quando tiver a investigação nós vamos trabalhar com alguns agentes

13:27 e com equipamentos e começamos a interrogar o pessoal as entrevistas e a noite ficámos a noite inteira acordado olhando o céu e realmente vimos muita coisa aparecendo ali numa incidência muito forte eu acho que nenhuma região do país recebeu uma visitação uma incidência tão forte como a na região amazônica naquela época e toda vez que eu voltar passava a semana a gente tinha família passava no no mar do 15 dias eu voltava pra casa pra ver minha mulher e meus filhos e antes de ver minha mulher eles tinham que ver o comandante então eles chegaram e perguntavam o que que eu tinha visto nada você não viu nada? você não viu os ilusos mas isso não quer dizer

14:27 que eu ouvi desculpador eu vi os ilusos conversei com pessoas entrevistei fizemos bastante relatório mas não vi absolutamente nada que eu possa dizer que tenha sido desculpador são vidas estranhas realmente movimentos estranhos os horários estrangeiros fora de rota de aviação eu sou da conta aérea conheço bastante essa movimentação de aeronave de rota de tudo não vale de cara que fosse a ver mas não podia afirmar o comandante que era um desculpador e ele ficou um pouco decepcionado e conseguiu isso eu fazer naquela época o papel do advogado de ali era pra isso que eu estava ali não estava a bater palma de qualquer coisa que tivesse tido avistado eu tinha que ter a prova daquela incidência violenta que estava parrendo ali mas

15:27 passamos quase dois vezes ali afastado da família afastado até de conforto de uma residência acabado por exemplo tentando fazer fotografia tomamos uma sobra de dois meses a gente fotografava realmente luzes que estavam muito estranhos estavam se aproximando usando o céu eu não sei o que estava aqui quando as horas estavam paradas a gente enchia o quadro da máquina de luz então agora eu consegui uma excelente fotografia voltava para revelar os laboratórios da força aérea e nada tinha sido fotografado não sei talvez o cumprimento de onda da frequência quando estou esperto de fotografia mas nada impressionava o negativo ficamos uma caixa cheia de negativos

16:28 de rolo de filme e era desestimulador o resultado nada saía até que nós pedimos a autorização do comandante para que um cinegrafista na TV liberal que é associada à Globo TV liberal ao Pará que era esperte nisso e que ele fosse e que nós nos ajudassem nos ajudassem eu tinha confiança nessa pessoa Mildo Mendonça já estava já aparecido porque o Mildo Mendonça era meu amigo e meu irmão e matou ali mas é a mesma loja e eu sabia que ele fotografando e conseguisse imprimir alguma imagem, alguma coisa que fosse muito significativa ele não iria falar desnecessariamente

17:31 não iria ser discreto porque o que eu estava vendo com certeza a população toda estava vendo mas o que a gente vê de fotografar é que eu vejo uma análise que é sobre um tratamento com três equipos técnicos e eu tinha certeza que o Mildo não iria ser discreto autorizar a presença dele junto a equipe não era que ele estivesse todo o dia com o outro mas quando ele podia ele estava sempre porque estava liberado para fazer a ajuda técnica que nós precisava eu sempre conversava com os agentes e eles começaram antes de mim com o coronel eu entrei quinze dias depois certo que eu fiquei quatro meses com eles fazendo essas investigações mas eles perguntavam o senhor na verdade

18:31 o senhor quer? o senhor não viu a luz eu disse mas aquilo é desculpador não o senhor quer? agora de que natureza é? eu não sei o senhor não está querendo que essa luz venha na sua direção na nossa direção e faça uma volta em cima do senhor ele fala seria ótimo que isso ocorresse porque ele já era mais um argumento mas eu não sei agora não tenho certeza de que seja realmente disso quando foi incidência ou não um dia nós estávamos em colares numa madrugada saia do Maragó para o continente uma luz muito forte e se aproximando a gente quando chegou exatamente onde está essa luz

19:31 veio e fez uma volta em torno de nós eu levei uma tremenda de uma vozada no estagento e agora cara ele disse é o negócio que fez uma volta que ele manda a gente mas eu não não sei o que é isso eu não sei exatamente se isso é disco voador ele começou que a gente está querendo demais agora que a gente desembarca eu acho que isso o Flávio coloca desembarque vem a cumprimentar e tal esse não o Flávio também demorou esse não Flávio mas eu preciso de dar a final de contas esse é uma investigação que foi determinada pelo comandante do primeiro comando essa é uma investigação da força aérea isso não é uma reportagem ela tem que sofrer um tratamento técnico ela deverá receber

20:31 um tratamento mais apurado e eu não posso assinar um relatório desse dizendo que a saúde eu não falei isso nunca uma oportunidade como a gente trabalhava no serviço inteligente claro que a gente tinha contato com os companheiros do exército da mesma comunidade da marinha e do SNI era uma chamada comunidade de informações e uns companheiros do SNI pediram se poderiam ir para o outro a uma dessas vigílias dessas pesquisas que nós fazíamos faziam fazia lá de mais porque o que eu estava vendo a população que eu estava vendo se eles pudessem estar com o outro é porque eram amigos nossos que nós conhecíamos e ele ademais não era nem nem foi

21:31 nunca assunto de interesse do SNI era assunto mais ligado à força aérea coisas do ar com a força aérea do mar com a marinha de terra com o exército faz a macaco no seu galho e o SNI não tinha nada a ver com isso mas como é o companheiro que poderiam estar conosco nos locais que a gente por experiência por estar vendo aquilo todo dia já tinha uma uma noção mais aproximada de onde a incidência era maior mas a probabilidade maior seria que ia ocorrer nesse eixo e a gente estava naquela posição quase quente eles estiveram lá isso era foram duas vezes depois era um novo membro de de 1977 perto do Natal meus filhos queriam uma árvore de Natal pequena eu tinha uma grande casa que queria uma pequena

22:31 para eles e eu teria que comprar essa árvore e o supermercado ficava aberto até 10 horas da noite eu no dia matei com eles olha estarei na Bahia do Sol da Bahia do Sol na Bahia do Sol estarei na Bahia do Sol amanhã às 6 horas da tarde eu estava lá nós montamos todo o equipamento outro lugar e nós montamos todo o equipamento fotográfico e

23:32 mais ou menos de oeste para o leste ou seja na cordilheira dos Andes para o Atlântico muito alto e a grande velocidade a velocidade muito grande deslocaram três luzes incineradas uma atrás da outra em altíssima velocidade cruzando o céu nenhum avião policia nem militar teria conseguido correr aquela distância com a velocidade que estava sendo coberta uma velocidade muito grande os olhos não conseguiam registrar completamente devido a altura mas sempre voltavam direção velocidade horário essas coisas que eram necessárias para o preenchimento relatório

24:32 aproximadamente às sete horas ou seja meia hora depois duas áreas vieram do sentido maragó para o continente ou seja de norte para o sul tiramos a vermelha Brasília duas ruas altíssima velocidade e uma altura muito grande na mesma situação das outras três meia hora depois duas de norte para o sul o sul isso é mais um pouco e os amigos do SNI não chegavam como eu tinha o horário marcado com meus filhos para dar a eles a árvore de natal que eles queriam e eu deu ordem à equipe para que começassem a desmontar os equipamentos eram equipamentos dedicados e a gente transportava

25:32 em caixas de alumínio depois quando eles montavam estereotensivas fumadoras tudo que nós transportávamos e que utilizávamos e colocar dentro da viatura dentro do carro esse lugar era um lugar muito escuro e muito é queixo muito pouco povoado e nós estávamos na teia da praia com barranco essa praça ficava e já estava na época assim de vestibular já tinham terminadas as aulas já estavam terminadas em alguns colégios e essa ilha era uma ilha de verdadeira de Belém quem conhece Belém é uma ilha famosa e ela praia que dirige os habitantes de Belém

26:32 porque Belém não tem praia então a praia Belém é Mosqueiro Mosqueiro de Salinas para essa altura nessa hora dez e meia as praias da ilha do Mosqueiro estavam cheias de gente cheias de turistas que vem lá mas estavam cheias de gente 200 a 30 mil pessoas estavam indo para a praia novamente jovens baterando lamborgando tocando violão mas saí na praia e nós estávamos na Bahia do Sol escondidos num lugar escuro e já estávamos desistindo de ir para Belém quando chegou a viatura com os amigos do SM aí eu cheguei com ele brincando o horário de vocês nem brincando marquei a 6 já são quase 8 e nós estamos indo

27:32 em Guargo a gente poxa não dá pra fazer nada eu tenho compromissos que agora vou voltar para o Belém eles falaram já viu alguma coisa de sumir nós vimos agora umas seis e meia nós vimos passamos de Oeste passamos 3 minutos meia hora depois vocês tiverem de norte para sul passaram mais duas luzes é e vocês não estavam aqui para se ouvir mas fiquem aqui faço o meu passo e talvez madrugada vocês tenham mas quando é que passa a próxima de barriga? eu não sei isso não é linha de bolsa qual é o horário se eu tivesse eu só ficava na hora a gente fica madrugada aqui eu podia chegar aos 22 dias algumas vezes passamos noites e doites olhando pro céu disse que ela derruba no nariz

28:32 eu não cresci não derruba mas quando nós estávamos conversando isso eu não gozada nele disse pô não tem que fazer uma pergunta idiota dessa que hora vai passar? um deles o apontou olha aqui em cima eu nunca tinha visto nada parecido eu tinha estado durante dois vezes todos a noite acompanhando as investigações nós estávamos com a equipe com o equipamento e com a responsabilidade de apurar esse espaço eu nunca tinha visto nada tão assustador tão claro tão definitivo como estava havendo naquele momento em cima de nós a cerca de 200 metros de altura tinha um objeto parado exatamente onde nós estávamos um objeto que tinha mais ou menos 30 metros de diâmetro

29:32 negro escuro com uma luz no meio uma luz amarela para ramba mas ele estava em cima de onde nós estávamos ou seja eu conversei no início com um companheiro e ele me levou nesse espaço parece que ele sabia que a gente estava ali porque na praia estava cheio de gente agora antes que estávamos para olhar para ele vamos lá eles pararam em cima da equipe da aeronave exatamente onde nós estávamos o fato foi tão impressionante e aquilo assustou a gente eu não vou dizer que não fiquei assustado não eu fiquei bastante assustado eu estava calmo a minha calça estava tremendo um pouquinho mas estava tudo bem aqueles monstros pararam em cima e eu não podia fazer nada providência que eles pediam e eu estava lá para tomar providência não podia fazer nada olhava apenas aquela luz

30:32 aquele objeto parado em cima da gente 30 metros aproximadamente de ano ele passou a emitir uma luz amarela muito forte estava a conseguir catar uma agulha no chão ficou claro como o dia e ele fazia ele fez cinco vezes aumentava e diminuía e nós olhando não tivemos nem a noção nem a não tivemos a vontade de tirar os olhos daquilo que ele dizia a luz se aumenta a luz rápida uma recebeu um flecha não era nada disso era progressiva como se você tivesse um dimmer que você estivesse aumentando e diminuindo aquela luz e ele fez essa luz cinco vezes aumentava, aclareava e diminuía e nós olhando não tivemos nem a noção nem a tivemos a vontade de tirar os olhos daquilo que a gente estava vendo para apanhar o equipamento que estava dentro

31:33 do carro e fotografar o que o marca primeiro até que não daria tempo teria que mostrar as máquinas eram máquinas profissionais de alta técnica e nós ficamos com os olhos grusados naquilo ele finalizou cinco vezes e depois a luz que era amarela no centro ficou azul o azul mito e disparou no sentido leste de zero para infinito rapidinho impossível do aeronave fazer isso ali estavam técnicos da força aérea homens habituados a ligar com a aeronave homens que conhecem que conheciam a sua produção aquilo não era impossível aquilo

32:34 que nós estamos vendo ser produzido por qualquer máquina qualquer coisa da tecnologia que nós dispôs no presente momento um detalhe que eu esqueci de mencionar é que esse objeto ele fazia um barulho um pouco mais intenso mais intenso do que esse que nós estamos ouvindo agora de ar-condicionado ele fazia um barulho um outro que ele fazia um, um, um, um, um mas tem aproximado desse barulho de ar-condicionado que nós estamos ouvindo agora e no fundo desse barulho havia um barulho de uma catraca como se a gente quando a gente pensava a bicicleta ao contrário aquele a catraca da bicicleta a gente ouvia esse barulho dentro da bicicleta eu voltei para Belém muito perto de Belém

33:35 isso dá 40 minutos desse lugar para Belém é 40 minutos uma hora no máximo voltei para Belém ainda há tempo de sair com meu filho mas já em Belém na Vila Militar eu morava já tinha um notícia de avistamento lá também na própria Vila Militar isso tem a vida de Belém luzes andaram circulando no barulho eu fui a criança no dia seguinte me apresentei ao meu comandante e contei a história pra ele foi o primeiro momento de satisfação depois de dois vezes que nós estávamos envolvidos com essa operação e que eu senti um sorriso de satisfação do meu comandante o que significava a ele de que ele estava certo de que as próprias críticas que ele estava recebendo

34:35 e que com certeza eu não sabia que eu era capitão ele era brigadeiro era de uma distância muito grande de comunicação mas ele devia sofrer muitas críticas por ter determinado que aquela operação fosse efetuada e quando eu disse a ele o que nós tínhamos experimentado o que nós tínhamos vivido naquela noite anterior ele reagiu com um sorriso de enorme satisfação e se você viu isso, olhando vi fotografou e psicomandante não, né? eu acho eu acho que ninguém ali e por acaso nesse dia estava o Milton Mendonça que era cinegrafista profissional ninguém ali teve nenhuma reação a não ser ficar com dois de um lado para aquilo que nós nunca tínhamos visto nos dois meses que nós estávamos acordados

35:35 olhados no céu as luzes pequenininhas já não eram tão pequenas era uma coisa muito grande em cima da gente e que valeu a pena todos esses dois meses de sucesso a gente teve certeza de que a gente estava fazendo alguma coisa que marcaria na memória da gente para o resto da vida um evento muito muito bonito muito bonito mesmo me considero feliz por ter estado naquela região naquele momento e ter sido designado pelo meu comandante para comandar essa operação nessa oportunidade depois ficamos mais dois meses de outras outras campanhas no mesmo sentido eu gostaria que você voltasse agora aqueles outros dois casos importantes seguiram a isso

36:38 bem nós tivemos é entrevistando várias pessoas na na região de dia os sargentos saiam olhando depoimentos gravando e a gente tinha sempre contato de ver quando o helicóptero passava que eu passava maia no material fotográfico tem vários acertados e a gente dava continuidade ao relatório a gente via uma publicação rádio com a sede mas a gente sempre na busca de outros elementos e depois desse avistamento a gente ficou com mais vagai como diz normalmente um musical que não estava envolvido com essa operação

37:39 ele gostava de pescar com seis semanas em uma dessas pescarias próximas do helen ele tinha entrado em contato com um rapaz que relatou ele uma história muito interessante um rapaz chamava-se Luiz ele transportava barro para uma olaria lá em Belém a olaria chamava-se Olaria Koyker que era de propriedade de Paulo Koyker um amigo que tinha uma casa de fotografia lá em Belém também tinha essa olaria Luiz transportava barro a casa de uns nove metros autorizada ele cortava o barro nos locais na beira do rio e transportava a olaria para se transformar em telhas de ruas e outros objetos de ferrânica um dia ele estava a casa de fotografia um amigo que tinha uma casa de fotografia também tinha essa olaria

38:43 Luiz transportava barro a caça de uns nove metros autorizada ele cortava o barro nos locais um dia ele estava colhendo barros no local de infelestação quando ele viu marca de que ali estava comendo uma casa quem tem contato com o interior com pessoas do interior sabe que as pessoas que vivem no interior e tem uma uma atividade muito grande para ver coisas que a gente não vê no máximo ele passa no lugar não dá bola mas ele passou uma casa e ele viu e acompanhou essa marca no caminho da casa e viu aonde ela estava comendo desde lá no norte ele estava comendo

39:43 comedil aonde era o comedil a faca era essa casa que ele estava procurando e vem o lugar aonde ela estava comendo flores que caíam na árvore e a casa vai comer e ela se habitua quanto ela porque a selva a floresta ela vive de noite não é de dia um ciclo biológico um menor comendo maior ou a vida ela se exerce à noite na floresta então a casa sai à noite e o predador vai comer essa casa é a 5ª cloresta ele marcou então o local e estabeleceu fez um um um giral é que lá ele chama de Mutá é um terro indígena

40:43 pra ficar lá em cima a noite com uma uma espingarda e uma lanterna pra quando a casa chegasse ele não usasse o barulho da casa ele focava e ativava ele marcou o local voltou com o barro deixou na olaria e retornou com essa embarcação vazia para o local aonde ele pretendia matar essa vaca era um rio principal chamado rio Bolachará e tinha um rio funcionava como um afluente deste rio principal na margem deste rio é aquele que traiu o barro que viu a casa o lugar da casa ele foi deixou a embarcação neste rio mais volumoso

41:43 porque os rios na fora do Amazonas ali naquela região de Belém Macapá lá do outro lado do Marajó eles sofrem muito a influência da maré então a maré lá sobe muito até 6 metros do rio agora está cheio daqui a pouco uma valinha os rios principais a calha maior não ela enche muito mas continua na vazia ela continua com bastante mas os rios alguns ficam só apenas um pequeno quadro o médico é o canal a calha dele é lona e ele com medo dessa embarcação ficar encalhada e não poder sair na hora que tivesse abatido a casa ele deixou a embarcação horrível agarrar e não se viu mais grosso mas não fica nada no qual picolaria ele foi para a posição lá na árvore

42:43 voltou a rede e ficou esperando que a casa chegasse com as espigadas e a sua lanterna eram mais ou menos sete e meia da noite quando a luz muito forte passou por cima de uma luz e estava ela passou por cima dele quando ele estivesse a arma que foi feita e voltou imediatamente como sabendo que ele estava lá e ele estava lá é muito difícil isso vocês não conhecem a região anazônica talvez é é muito difícil sentir com a pessoa dentro da floresta é impossível de avião mas ele sabia que o Luiz estava lá não sei como eles fizeram a volta e o Luiz viu lá sentado lá na rede viu que a luz passou fez a volta

43:43 e parou em cima dele ele ficou olhando aquela luz muito forte em cima de onde ele estava imediatamente a chuva não era muito alto não no máximo uns dez metros acima dele como talvez isso aqui o Luiz ficou olhando intrigado e ficou mais intrigado ainda quando essa luz que era uma nave abriu o fundo e no fundo dessa nave uma luz um tubo de luz veio na direção dele e dentro desse tubo de luz desceu um cerco de cerca de um metro e setenta um metro e cinquenta diz ele que estava vestido de escuro preto mas eu duvido desta cor qualquer cor que ele estivesse vestido

44:43 amarelo vermelho azul verde seria preto porque era ausência de luz ele se desceu em cima do Luiz com os braços abertos e não veio do céu que não tem a luz escada alguma porta alguma coisa assim ele veio de braços abertos descendo por dentro desse tubo de luz em cima de mim dessa altura o nosso herói brasileiro pulou fora pulou da árvore do estado se escondeu em baixo e ficou com um ramo de árvore de flor olhando o que aquele cara estava fazendo ali desse bachinho cara que saiu de lazer posou na mão na plataforma que ele tinha feito ali e com uma luz vermelha na mão na palma da mão tinha uma luz vermelha examinou detidamente

45:44 a rede onde ele estivera aos poucos segundos antes ele eu com muito medo muito nervoso ficou olhando ele olhou examinou examinou a área onde ele tinha estado aquela giral que ele tinha preparado e também não procurou o Luiz não ele procurou em cima do Luiz ele sabia onde o Luiz estava ele não foi com a pernazinha vermelha na mão procurava o Luiz ele focou em cima do Luiz o herói brasileiro foi batendo a lama saiu morrendo com medo eu também teria com medo essa criatura subiu por esse tubo de Luiz foi para a nave a nave fechou entrou na calha deste vil pequeno atrás do Luiz

46:44 eu tenho impressão que o Luiz com o dedo botava o coração para dentro e ele saia conversando pelas raízes do mangal aquilo ali naquela lama e querendo chegar ele estava dentro do rio e algumas árvores se encontravam em cima ele estava abaixo da copa das árvores ele estava na calha do rio essa nave estava na calha do rio atrás do Luiz e o Luiz fazia o que podia para de barco chegou até a a junção deste rio pequeno com o rio maior que é o rio Guajará e gritava para os companheiros tinha ficado na embarcação um outro companheiro e um menino de 9 anos de idade esse garoto já deve estar de 77 para cá já está com 29 anos de idade

47:45 até tem quase neto e tinha um garoto de 9 anos de idade uma criança um colega dele um amigo dele que estava na embarcação neste bote estava ouvindo do jogo do campeonato brasileiro estava passando algum jogo dentro dele e estava ouvindo e o garoto estava pescando siri brincando pescando siri ali dá muito tempo muito siri e ele gritava e ninguém não ouvia ele chegou perto e o garoto estava pescando o rádio ouvido não ouvia o garoto viu avisou as companheiras e disse era o Luiz aí o Luiz chegou olha aí atrás os caras viram quando os caras viram o Luiz queria ir para a embarcação para dali ir embora os caras que estavam em embarcação pular fazendo água e o Luiz ficou a ver navio

48:47 definitivamente ele voltou para o marco e ficou a ver o que que acontecia os dois pensavam na dança a outra margem a nave parou em cima desse batedão e baixei e desceu ao antigo de luz se projetou de novo a nave abriu o fundo e ele desceu conforme ele tinha visto em cima dele lá dentro do marco desceu em cima da embarcação e com a mesma luz vermelha não é o guardia da luz vermelha não ele examinava a embarcação examinou a toda a embarcação olhou e o Luiz no mato vendo o que estava ocorrendo logo depois aí era mais um vez só os três minutos

49:47 ele subiu com a nave e foi embora e a nave foi embora alta velocidade o Luiz depois de algum sacrifício conseguiu ver minha tripulação entraram ao barco e voltaram para a aldeia jurando que nunca mais voltaram a este lugar como esse capitão só que gostava de pescar tinha conversado com ele ouviu essa história ele foi me encontrou Rolanda aconteceu isso assim assim em qual lugar eu sei que você está investigando isso eu acho que isso é de alguma ajuda para você se você estiver interessado o Luiz

50:59 muito assustado o Luiz muito assustado com ele anotamos o que tínhamos que anotar procuramos extrair nele o que podíamos extrair e Luiz logo em seguida foi encaminhado ao Hospital de Aonáutica para conversar com o psiquiatra nós tínhamos que ter cuidado com quem nós estávamos conversando ele foi entrevistado conversou com esse psiquiatra e depois o doutor conversou com ele e disse absolutamente formal nada de mais as reações os testes que eu fiz perfeitamente formal e a história dele parece verdadeira e disse que nós vamos à frente voltei com o Luiz para o cartel general

51:59 e disse Luiz hoje à noite nós vamos lá ah Luiz eu mostro que o dia que é mas eu não volto lá não e disse mas você vai me levar lá e disse mas eu vou eu mostro mas eu não fico lá não mas olha a escola era bom estivemos é preparando essa operação e às noites nos dirigimos a Olaria primeiro eu telefonei para o Paulo o Paulo Pai pedindo autorização para entrar na propriedade dele afinal de contas aquilo era uma propriedade particular eu tinha direito a circular no rio mas na propriedade dele eu tinha que pedir permissão a ele e Paulo foi escrito tudo bem faz hora eles fazem o pedido eu posso utilizar o teu bar aquela embarcação que o Luiz

52:59 ele pode usar a sala de embarcação que eu tenho examinado também se o Luiz vai comigo ele achou grátis eu desculpido que ele vá ele vai te mostrar o lugar mas lá não fica não realmente nós chegamos neste lugar na Olaria mais ou menos mais sete horas da noite e chovia nesse dia não era assim coral mas chovia como costuma acontecer em Belém e Pará chovia bastante nós nossa equipe era composta de cinco targetos e outros quando nós chegamos na Olaria conversamos com o vigia da Olaria e ele nos levou para a casa dele a casa do vigia

53:59 é uma casa que fica lá na beira do rio ao lado da do pavilhão da Olaria os cargentos entraram com o vigia e foram preparar café comer bolacha e esperar que a pessoa passasse um pouco se eu não podia me dar esse luxo porque eu era o comandante para a operação e o cafezinho eu tomaria em outra hora quando fosse possível eu fiquei do lado de fora olhando eu queria que aquela operação aquele dia nós saímos dali e íamos pegar o Luiz embora ela também na beira do rio que ele fosse tomar o proveito possível fiquei do lado de fora a chuva continuava e os cargentos

55:00 tomando café e comendo bolacha eu me preparando os equipamentos tirando as caixas montando protegendo a chuva eu ando passar por um período de bastante chuva só para tomando todos os cuidados para proteger os caminhos nessa hora eu estava como disse lá de fora uma uma nave veio na nossa direção em cima da casa de lá de fora uma nave muito grande eu não vi as formas na tela que era de escolar que era o local eu não vi eu vi uma luz verde e uma luz vermelha muito forte e essa nave estava exatamente em cima da copa das naves quase voltando estando estava a escuridão eram sete e pouco da noite e a chuva não dava decidir a forma

56:00 dessa nave mas era grande e tinha duas luzes uma verde e uma vermelha e fazia um barulho que já não era esse barulho a que eu me referi de ar condicionado é o barulho de uma turpina não é o barulho de jato vocês vão ver um boy 737 parado ele tem uma turpina que fica girando para alimentar o sistema elétrico do avião e o sistema de climatização o ar condicionado do avião ele estava um motor com a turpina de propulsão desligada mas a turpina de fornecimento de energia para mortos para luzes para ar condicionados para galhos para todo o sistema de instrumentos do avião ela está ligada e a gente ouve aqui uma luz estridente

57:00 era isso a luz que fazia essa nave estar se aproximando da gente ela passou bem em cima da casa em cima das árvores mais uma vez ele sabia exatamente aonde a gente estava e o que que estava fazendo é mato aquilo ali é difícil se localizar eles foram em cima logo em seguida eu entrei e falei bom agora não tem mais fura não tem mais nada vamos embora vamos entrar porque acabou de acontecer isso assim a senhora vai ajudar vamos lá pegamos a embarcação e fomos o Rafael Luiz que morava 200 metros a frente o Luiz veio conosco mas prevenido veio numa sua canolazinha pequenininha qualquer coisa ele pulava fora como fez então ele veio

58:00 com a gente acompanhando a canolazinha dele e nós fomos no bote quando chegou lá e mostrou ela entra aqui o lugar é nós fomos e ficamos embaixo do lugar onde ele tinha armado a sala da plataforma lá onde começou essa história ficamos de mais oito e pouco até mais dez e meia ficamos oito e pouco que vocês devem estranhar mas fazem vinte anos nessa altura foi tudo escrito com precisão dos relatórios eu estou dando a aproximação são vinte anos e a gente precisão de hora detalhes de dia a gente não gravava mas o relatório está por aí e está tudo gravado ali tudo escrito

59:00 com precisão a água a água subia subia e a gente estava para morrer na fogada ali nada aconteceu e nós protegíamos o equipamento e a água subia aí está mexendo aí nós tomamos a decisão de voltar para a embarcação a embarcação provavelmente já tinha já estava notando que podia entrar naquele rio ela veio e nós embarcamos e voltamos a hora eu eu falei que a embarcação ficasse na outra margem que fosse assinada na outra margem e que nós ficássemos lá e disse a ele nós vamos

1:00:00 ficar esta noite aqui então está ganhando se aclamaram com o carro não tem nem café ele não sabia que ia ficar esta noite não vamos ficar noito aqui então talvez se não fosse aquela incidência da primeira nave que veio em cima da casa do vigia talvez tivesse voltado para o demente mas aquilo me deixou bastante intrigado e eu resolvi ficar em torno de umas onze horas da noite eu estava conversando em parte eu estava na torna da embarcação em pé eu estava observando o céu ele podia se distrair e eu não podia eu observei que o rio Apunila quando você está na posição ele vai

1:01:00 apunilando lá no tempo próximo da Olaria nós estamos a dois mil metros de distância da Olaria lá na Olaria aonde passou a primeira nave uma luz muito forte um sol amarelo tampa mas uma luz muito forte ela vinha cruzando o rio na direção da Bahia do Sol para Olaria Bahia do Marajó eu chamei a atenção dos trajetos olha lá que eles passaram a fotografar e a filmar dessa vez nós conseguimos fumar fotografar aquela luz passou baixo que ficou a filha dela aquela marca dela no rio aquela luz

1:02:01 vinha até a gente como a gente vê uma luz do outro lado estava indo com o navio com aquela luz que vem até próximo da minha isso acontecia com aquela luz com a coração tudo que era necessário direção horário intensidade tudo que podia ser e ficar mais animados em torno de meia-noite o estado não podia ficar o tempo todo olhando como era com a converso mal com o cigarro o Luiz disse então que ia buscar ia fazer um café buscar café na casa dele e saiu na embarcaçãozinha dele para apanhar o café nessa hora cruzou

1:03:02 por cima da gente veio na direção explorando para o início do rio na minha esquerda para a direita ou seja da Bahia do Maragó para o continente uma luz muito forte amarela rambar muito forte e veio se aproximando a gente como estava na beira do rio até se distraiu um pouquinho porque tem uns macacos que ficavam pulando aqueles gás lá brincando comendo alguma fruta alguma coisa lá e assustados talvez com a obra presente ali e a gente até brincava distraindo os macacos nas árvores ali veio para chamar outro sargento olha para cá essa é a história de alguma caca alguma coisa lá e quando eles olharam uma luz muito forte se aproximando eles pegaram os equipamentos e ficaram prontos

1:04:02 para fotografar o que viesse ali quando chegou na borda na margem do rio onde elas estavam aquela luz amarela muito forte e muito grande quando eu falo grande é muito grande mesmo uma coisa imensa ela apagou apagou imediatamente ela apagou e nós vimos o que era o núcleo daquela luz amarela que eu nunca tinha visto que nós nesses meses todos de pesquisa nós nunca tínhamos visto era uma forma parecida com a de a bola de futebol americana aquela bola que tem dois picos bola de futebol americana era uma forma daquela era um zeperim com um zeperim

1:05:02 ambas e translúcido não era metálico não dava certo metálico é como se estivesse um alvajur com uma luz amarela dentro e cheio de janelinhas não deu pra contar quantas janelinhas mas muitas janelinhas passando a baixíssima velocidade e exatamente em cima de onde estava acordada a embarcação com todo o pessoal da clave dentro e essa nave passando baixo ela estava a uns 150 metros de altura estava mais baixo do que aquela aparição que eu falei pra vocês na Bahia do Sol ela estava em cima da gente uma coisa muito grande como vocês têm uma noção um Boeing 737 ele mede 737 200 ou 300 52 e 56 metros

1:06:02 de comprimento ele tinha o tamanho de 2 bornes aqui ou seja em todos 100 metros de comprimento é uma coisa muito grande flutuando em cima de vocês cheio de janelinha e com um barulho desse e com aquela catraca no meio tec tec tec tec não sei o que é aquilo para fazer esse barulho dele tivemos tempo de fotografar de filmar mandei até que o tarjeto é um japonês que estava operando na filmadora que ele parasse de acionar o mecanismo da filmadora da filmadora porque eu não queria estar iludido se seria o barulho da filmadora operando ou seria o barulho da nave ele parou de operar a filmadora

1:07:03 do silêncio e o barulho continuava e a catraca continuava naquele fundo daquele barulho e aquela coisa passou e foi na direção da outra larga do rio e desapareceu e eu falei para a gente agora mesmo é que eu não vou embora agora nós vamos ficar esperando o café do Luiz vocês não levaram o Luiz porque o Luiz tinha subido atrás de uma ilha mas felizmente em torno de uma hora da manhã o Luiz chegou e trouxe o café que a gente tanto estava querendo pão antes de ontem mas era pão e nós nos enxergamos com aquilo ali as duas horas da manhã 1h40

1:08:05 na margem oposta do rio você estava sempre voltado para a direção da olaria lá no início lá da olaria veio uma luz isso era 1h40 da manhã muito forte também já não era não essa luz é uma luz azul um azul muito bonito às vezes a gente vê a prefeitura ou uma preiteira da prefeitura fazendo serviço de solda na rua aquele brilho de solda era aquilo era a intensidade só que essa luz essa da galera nossa da empreiteira da que fica com a rua a escola elétrica ela ofende a vista da gente você não consegue filmar a vista muito perto

1:09:05 daquilo ali machuca a vista e essa não você podia ver continuadamente podia fixar que ela não não te incomodava ela estava muito ligera mas você ficava olhando confortávelmente não havia nenhum desconforto de você olhar aquela luz ela veio acompanhando o rio quando chegou na direção aproximada da da ilha essa luz entrou na direção de Belém na direção do continente mas sempre baixinha em cima das árvores aquele sol azul enorme foi na direção de Belém e agente do barco eu não fui filmando eu fui filmando via que ela estava fazendo ela tinha feito isso e continuava caminhando paralelo ao rio e depois ela veio na nossa direção e parou do outro lado do rio

1:10:07 depois disso tudo ocorrido para exatidão de relatório para convidir as distâncias para poder fazer uma um trabalho bem feito um trabalho que eu pudesse acionar com o outro lado do rio então teria que ter precisão essa luz veio foi com o cajão paralelo ao rio depois veio na nossa direção veio e parou na nossa creche eu digo a vocês que os erados brasileiros pulavam dentro da água porque nós estamos cumprindo uma missão ali e nós tínhamos que ia com o fim o que vontade deu era incrivelmente assustador aquele sol monstruoso na sua frente e você não sabia para ali em diante o que iria ocorrer

1:11:07 aquilo parado na nossa frente iluminando o tubo tudo claro a gente olhava estava azul também a gente olhava a pele estava azul o barco estava azul estava tudo azul e nós realmente olhamos para a cara do outro com medo e aí e agora o que vai acontecer tudo livre estava dentro do barco e dizia eu não falei para a gente não vir aqui estava lá escondido com um garotinho ele falou eu vou eu não falei para eu não vir aqui aí nós ficamos parados olhando e filmando quem não estava com o equipamento fotográfico ou filmador era eu mas os outros todos os membros da equipe todos eles estavam com algum equipamento de instrumento de excelente qualidade e de muito bom resultado técnico desse equipamento

1:12:08 muito bom resultado técnico essa luz ficou na nossa frente uns 5 a 3 minutos muito tempo para assustar a gente foi muito tempo de repente a luz parou acabou e nós vimos de novo a nave que eu falei que tinha forma da bola do futebol americano passou assim essa estava quando apagou a luz ela estava na nossa frente assim em pé e tinha 100 metros de altura mais ou menos um monstro dele você tem uma ideia você está a 60 metros do edifício de 30 andares é um companheiro emendado em pé 30 andares

1:13:09 os fotográficos continuam filmando ah não fotografando e vendo aquilo e depois que ele apagou não demorou muito ele começou a subir lentamente como isso que eu vou fazer aqui agora nessa velocidade devagarinho subindo devagar e a gente olhando e aquele borde subindo e foi subindo e foi ganhando um pouco mais de velocidade quando ele estava em torno de 1.000 a 1.500 metros de altura o teto estava a 1.500 metros de altura é a altura na mais baixa nuvem é termo de aviação então a nuvem mais baixa estava a 1.500 metros quando ele chegou na altura do teto das nuvens então ele passou por essa nuvem

1:14:09 tá e nós ouvimos um estombo muito alto um trovão surdo e um carão enorme no céu aí ele tinha acionado os seus propulsores e disparou com uma velocidade vertigilosa pro céu e desapareceu quando estava subindo na ponta tinha uma luz vermelha na ponta de cima lá de baixo uma luz verde que ficava riscando luz verde vermelha e luz verde é aquele monstro subindo quase chegou a 1.500 metros de altura um estombo barulho surdo não tinha um barulho na explosão um barulho surdo não tinha um barulho surdo o barulho surdo o barulho está livre com uma caridade muito grande

1:15:09 e ele dali pra frente a gente viu a luz forte subindo desde o que não houve intenção nenhuma de prejudicar a cópia e a unidade de nós teriam todas as condições mesmo no momento em que ele decolou em que ele saiu da nossa proximidade do chão onde estava ele saiu com cuidado porque se aconassem os convulsores que acorou a 1.500 metros com certeza se a gente tinha calificado a todos nós se eles tiveram cuidado havia uma inteligência dentro daquela nave inteligência uma inteligência piedosa porque só acionou a 1.500 metros de altura esse fato foi fotografado foi filmado e no dia seguinte no cartel da manhã eu estava no cartel general

1:16:09 e o brigadeiro na mesa do comando chegou que tal agora o que que resultou de ópera ele sabia da operação o que é que nós iríamos fazer que nós iríamos para a posição de Dinho Stato Luiz ele se pode ter coisas incríveis que nós conseguimos registrar com fotografia e com filmes filmadoras que tem o depoimento de todos que estavam na operação com pessoas confiadas que já trabalham há anos no serviço juntas com pessoas de reputação duvidosa e se depois nós vamos conversar com o comando que é linda realmente o café tinha muita gente

1:17:10 e se foram revelados a filmadora tinha imprimido uma imagem que nós não vimos essa nave estava em pé na nossa frente nessa exposição ela tinha uma porta aberta porque depois do filme da filmadora revelada e dos filmes das máquinas fotográficas eles coincidiam em algumas fotos da filmadora ela foi feita a exposição foi passada no auditório para os oficiais de alto livre de Major para cima dos atores anteriores uma sessão especial para ver o resultado da operação e foi feito isso nas todas as caixas do primeiro comando de Major

1:18:10 a Coronel assistiu foi passado um auditório como esse e depois ficou passado em o que se chama de step a step passo a passo pé a pé quadro a quadro a quadro e nós tínhamos muito medo de fazer esse tipo de exposição de projeção com medo de queimar a imagem realmente depois do coronel que há alguma vez do esquadrão de conhecimento de ataque ele pediu está disponível pediu para ele levar para casa para ele ele conseguiu queimar dois quadros mas os outros ficaram entende nesses quadros a quadro em que nós passamos havia uma porta em cima dos outros na extremidade superior da nave uma porta aberta e uma luz num foco

1:19:10 que se dirigia para a nossa direção em duas aves nós não vimos isso isso foi a silvadora que revelou esse trabalho nós não vimos luz nenhuma ali na nossa direção nós vimos aquela nave nós vimos lá na primeira aquele brilho depois o milho apagou aquela nave imensa na nossa frente nós não vimos nenhum foco de luz na nossa direção e no filme existe esse raio projetado na direção da embarcação de nós estamos esses filmes foram revelados já lhes falei um filme era da aeronáutica três filmes eram meus esses filmes foram guardados foram confiscados até hoje foi um prazer meu fruto porque depois essa operação

1:20:11 ela terminou no final do ano no ano quatro meses ela terminou no sentido de dia a dia colocar vários militares com bastante equipamento com bastante empenho dia a dia durante quatro meses uma operação mais longa que foi feita do site em cima desse objetivo e com resultados muito bons essa operação depois ela continuou mais episodicamente fatos que iam acontecer e que a gente ia resgatar a verdade disso e o que eu falei para vocês no início da nossa conversa é que a gente notou que estava sendo coberta aquela região lasórica por caixa começou no maranhão na ilha dos carangueses que depois de a gente saber

1:21:11 e mandei investigar e a verdade esse fato muito investigado por um amigo meu e da Irene o Bob Pratt e foi você que indicou o problema da Prairie do Bob Pratt certo? o Bob Pratt fez um excelente trabalho e aí nós ficamos sabendo que começou isso por Fortaleza muito rapidamente depois passou pelo Maranhão depois quem tem o mapa do Brasil na cabeça naquela região amazônica está entendendo bem essa cobertura Fortaleza Maranhão aí aconteceu Crab Island é porque foi escrito com trabalho em inglês e Ilha dos Caranguejos foi morto lá foi morto quando fiquei maduro eu tenho até estado de óbito guardado na Ilha Nópolis desde mas não foi nem cerca do outro momento é

1:22:11 cobertura em faixa depois veio Belém depois subiu região de Monte Alegre Santarém Itacoatiara Manaus e foi coberta a Amazônia toda durante cerca de dois anos coberta em faixa como nós fazemos na aeronáutica o que a gente chama de aerofotogrametria cobertura fotográfica de uma determinada região com o objetivo militar ou não é assim que a gente faz nós aqui fazemos assim eles fizeram a mesma coisa ok? quantas fotografias nós fizemos cerca de quatrocentas a quinhentas fotografias tá dessas quatrocentas ou quinhentas fotografias nós conseguimos identificar várias formas de análise

1:23:13 de naves várias formas de sono nós conseguimos fotografar a nave-mãe com saída e retorno de naves menores que saiu para cumprir a condição e retornar para a nave-mãe essas fotografias foram feitas foram processadas foram examinadas o relatório todo foi feito com bastante cuidado e esse relatório foi enviado pela aeronáutica deve estar no estado maior e uma parte dele que está em Belém mas é inacessível ninguém pode poderá o miolo dele algumas partes foram tornadas públicas e por isso estou conversando aqui por isso eu falei

1:24:14 que vinte anos eu guardei segredo eu saí de Belém em 1990 vim pro Rio de Janeiro fazer uma obrigação militar minha que era o curso de Estado-Maior sem o qual a gente não estava militado a promoção a Brigadeiro e eu tinha que fazer esse curso vim terminei o curso de 90 e depois logo em seguida eu pedi minha passagem para a reserva e eu tinha que fazer esse curso vim terminei o curso de 90 e depois logo em seguida eu pedi minha passagem para a reserva eu andei mas eu estou fazendo turismo porque andei andando andei voltei para o Belém no Templo em Fortaleza Natal e voltei para o Rio de Janeiro eu não sou carioca minha mulher é carioca eu nasci por acaso em Manaus meu pai era militar eu fui criado em São Paulo no Rio de Janeiro eu só voltei a Manaus em 1975 já com mais tirante

1:25:14 9 reais que fizemos eu saí com 9 meses com você depois de cobrar já os carros eu fui criado aqui no Rio de Janeiro em São Paulo e o Belém como eu falei para você voltei para servir já era quase capitão tá então aquela região para mim tem uma paixão muito grande eu tenho uma paixão muito grande para aquela região fui muito feliz ali tive uma felicidade muito grande de ter estado lá naquela ocasião e que também o meu comandante acreditava nessas coisas isso tudo é questão de estar no lugar certo na hora certa com a hora certa e isso aconteceu eu fico muito feliz por causa do Rio de Janeiro eu gostaria de agradecer muito ao Coronel Orlando e se vocês tem alguma pergunta para o nosso Coronel ou para o Marcos então eu gostaria de chamá-lo aqui agora eu gostaria de agradecer eu gostaria de agradecer

1:27:34 uma entrevista que foi feita na sua casa eu conversei muito mais do que saiu ali porque aquilo é editado tá então veja bem são perguntas que se faz para uma organização para uma instituição de respeito ao governo que tem responsabilidade das suas respostas tá e são três perguntas que fazem para as quais nenhum governo pode responder isso o que está mais avançado eu posso lhe garantir está mais perto dessa resposta é o governo americano e não fala alguma coisa alguns cientistas já chegam a fazer comentário mas essas três respostas que são colocadas logo ao governo pelo governo e o que eles querem nenhum governo pode responder isso o que está mais avançado eu posso lhe garantir está mais perto dessa resposta é o governo americano e não fala alguma coisa

1:28:34 alguns oficiais já começam a dizer alguns astronautas já reportam alguma coisa alguns cientistas da nasa já chegam a fazer comentários mas essas três respostas que são colocadas logo ao governo não são respondíveis e fica muito difícil o governo admitir que não tem resposta eu não estou dizendo a vocês aqui porque hoje eu já sou e considero um cidadão comum eu não tenho mais as minhas obrigações militares e depois tenho as obrigações de sigilo de operações que envolviam a segurança do Estado essas eu não podia estar comentando com vocês mas essas operações não todos viram lá em Belém os recortes fotográficos e jornais fotografaram em Belém

1:29:35 então passei 20 anos guardando segredos e não é que eu achei que eu estava até sendo egoísta estava empanando o trabalho de uma pessoa de 2008 aqui repetir que é o trabalho do nosso amigo Rangel de Jebaer de Rafael Centeiro do Lá de outros amigos e eu estou ficando velho eu já estou entrando dos 60 daqui a dois anos eu quase 60 daqui a pouco o coronel vai lá para ele sabe ali acabou em terra junta acabou a história eu acho que eu tinha a obrigação de levantar gostei estou curioso estou interessado de dizer realmente isso e dizer realmente isso e o relatório

1:30:35 não é feito o relatório projetado dos filmes declarado das economias qual foi a repercussão qual foi a leitura que aeronáutica fez o filme? esse relatório ele ele chega a essa altura o que eu tenho visto com excerto desse relatório destaque desse relatório ele sofreu uma análise observado analisado e foi reduzido foi condensado e foi mandado para o ministério do estado de manhã eu não sei que tratamento foi dado a ele lá o que foi dado por nós no primeiro combate a receptividade do meu comandante e dos oficiais com os quais nós temos a honra de servir naquela ocasião foi a melhor possível

1:31:35 embora uma vez ou outra no decorrer da operação tenha saído alguma cloração alguma piada alguma coisa nem sempre se não acredita mas no comar a aceitação foi excelente foi total gosto de dizer no ministério de aeronáutica eu não vi eu não sei é está restrita ao estado maior do aeronáutico eu não sei se algum é ou se alguma comissão está estudando este e outros dados que têm chegado à mão do ministério o que eu posso lhe dizer é que eu não tenho nenhuma notícia porque agora esteja na reserva eu ainda tenho amigos que hoje são brigadeiros e estão na ativa eu não tenho nenhuma é informação de que existe a operação contínua e constante sobre este assunto

1:32:35 para esclarecer a suíto e vermelho

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